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A globalização e a modernidade da internet trouxeram consigo a disseminação do termo broadcast.

Em 2005, quando o YouTube era apenas um “bebezinho”, engatinhando para ser o fenômeno que é hoje, a palavra broadcast aparecia no slogan da plataforma: “Youtube: broadcast yourself”.

Conforme o tempo foi passando, a internet evoluiu. Transformando radicalmente a maneira como as pessoas se comunicam. Hoje em dia, temos a tecnologia 4G, que circula nos aparelhos celulares. No entanto, esse progresso está apenas no começo.

Acompanhando o desenvolvimento do sistema 4G, assim como na melhoria por trás dos serviços de conexão e compartilhamento de conteúdo na internet, existe o desenvolvimento de algumas outras tecnologias.

E neste artigo, falaremos de uma destas tecnologias que se desenvolveu: o broadcast. Conheça o que é este conceito, como ele funciona e qual a sua importância, para a disseminação de conteúdo da sua empresa.

O que é broadcast

Transmitir: esse é o significado do termo inglês Broadcast.

Podemos dizer que broadcast se resume ao processo pelo qual é transmitida ou difundida uma informação determinada, ao mesmo tempo, para diversos receptores diferentes.

“Broad” pode ser traduzido como amplo ou em larga escala; e “cast” pode ser traduzido como transmissão ou projeção. Desta forma, broadcast, em tradução, pode ser lido como transmissão em larga escala.

Em termos de internet, fazer uma transmissão é o mesmo que fazer um broadcast, sejam músicas ou vídeos. Dada a escala que ele permite transmitir o conteúdo.

Além disso, televisões e rádios são meios de comunicação que podemos tomar como um exemplo do que é a difusão do broadcast. As antenas transmissoras enviam o sinal da TV ou do radio difusor, por intermédio de ondas eletromagnéticas, para os aparelhos televisores ou de rádio que capturam o sinal.

Desta forma, em resumo, broadcast pode ser entendido como o ato de “transmitir conteúdo midiático em grande escala”.

Não confunda broadcast com outros termos relacionados

Alguns termos são tidos como sinônimos de broadcast, mas são conceitos diferentes e por isso não podem ser confundidos. Veja alguns deles.

Live Broadcast

Trata-se de transmitir conteúdo ao vivo. É, basicamente, a mesma coisa que Live Streaming.

Podcast

É quando existe o envolvimento de algum tipo de arquivo de áudio no compartilhamento. Geralmente, trata-se de um programa complexo e bem produzido.

Unicast

Quando existe um único transmissor, bem como um único receptor na transmissão, podemos chamar de unicast.

Multicast

Ocorre quando exis

te um único transmissor para vários receptores escolhidos.

Webcast

Quando o streaming de media é utilizado na transmissão de vídeo e áudio, chamamos este processo de webcast.

Vodcast

Forma de distribuição de vídeos por uma rede de computadores por meio da internet.

Tipos de Broadcast

Existem duas formas de difusão: broadcast dirigido e limitado. O tipo depende basicamente, das configurações do roteador e também a quem é destinada a transmissão.

Broadcast dirigido ou direcionado

Ocorre quando uma transmissão direcionada é enviada para os diversos hosts de uma determinada rede em específico.

Ele é utilizado para enviar uma transmissão para os hosts de rede local, por exemplo, os computadores de uma rede interna de uma empresa, que tenha diversas sedes.

Broadcast limitado

A transmissão limitada é utilizada para comunicação com limites aos hosts em uma rede local. Eles sempre usam o endereço IPv4 de destino 255.255.255.255.

As transmissões limitadas não são encaminhadas pelos roteadores. Por esse motivo, uma rede IPv4 também é chamada de domínio de broadcast. Os roteadores são dispositivos de borda, utilizados para um determinado domínio de broadcast.

Na transmissão de um pacote é usado um recurso da rede, fazendo com que os hosts da recepção o processem. Nesse caso, o tráfego de broadcast é limitado, para que não surjam efeitos negativos, quanto ao desempenho da rede ou de outros dispositivos.

Como funciona o Broadcast e qual sua importância 

Atualmente, a “missão” do broadcast é democratizar a transmissão de vídeos e outros conteúdos de mídia.

A ideia fundamental é que, dado o ritmo e o escopo do desenvolvimento e distribuição de tecnologias como os smartphones, nem mesmo as grandes marcas globais serão capazes de lidar com centenas de milhões de usuários, ao mesmo tempo, em todo o mundo.

Democratizar a tecnologia significa reduzir o custo de produção e distribuição, a um preço acessível para qualquer pessoa no planeta. O mundo já viu isso acontecer com o Twitter e o Blogger, que acabaram permitindo que qualquer pessoa alcance uma audiência global, imediatamente.

O mesmo foi realizado com fotos, através do Flickr e Facebook, e os vídeos, através da ascensão do YouTube. Esses serviços geraram a individualização da transmissão, a partir de uma perspectiva de criação de conteúdo e consumo de conteúdo.

Antes destas inovações, quando se tratava de transmissão, os custos estavam em um nível no qual apenas organizações muito bem financiadas podiam produzir e distribuir seu conteúdo.

Os altos custos de produção e distribuição significavam que você precisava de um grande público para fazer face às despesas. Como resultado, você precisava produzir conteúdo para o menor denominador comum.

A introdução do broadcast muda tudo isso. Se os custos podem ser reduzidos à custa de ter um smartphone e uma conexão 4G com a internet, as pessoas transmitem e escolhem o que querem assistir.

Com o avanço rápido de sete anos, com um número crescente de serviços que oferecem streaming fáceis de usar, vemos pessoas compartilhando de tudo: de cachorrinhos fofos a canecas de café.

Além disso, as empresas de mídia tradicionais também estão utilizando as novas tecnologias, para acompanhar notícias em todo o globo e compartilhá-las com o seu público.

No entanto, a maioria das tecnologias chega em duas ondas. A primeira onda torna a tecnologia disponível para uso e é muitas vezes considerada como tendo potencial para se revolucionar.

Mas os projetos de produtos são frequentemente ditados e restritos pela própria tecnologia, e o impacto real é, inicialmente, em uma escala limitada.

A primeira onda depende das capacidades da tecnologia e ela vive de uma promessa do que está por vir.

Já a segunda onda trata-se do uso real da tecnologia e de um ecossistema. Por exemplo, em termos de transmissão de vídeo ao vivo móvel é preciso tratar de pontos como o poder de processamento, a capacidade das redes móveis, o custo dos dados e de sua distribuição.

A partir deste ponto é que a tecnologia amadurece e tem a capacidade de atender a um público e demanda comuns.

A missão de democratizar a transmissão de conteúdo é muito mais do que tornar a tecnologia disponível e acessível . Trata-se também de valorizar e empoderar a própria democracia de acesso e disseminação de informação.

E você, quer aproveitar esta nova realidade e também começar a transmitir ao vivo o conteúdo de sua empresa?

Então, veja agora mesmo como fazer uma transmissão de vídeo ao vivo, neste guia completo que preparamos para você! 

Redação VidMonsters

Loucos por marketing e vídeos!