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A princípio, o YouTube,plataforma de compartilhamento de vídeos, conseguia remunerar bem as pessoas que produziam conteúdos para a rede social. Contudo, hoje, virou rotina ver grandes e renomados youtubers saindo do YouTube. O motivo disso você vai descobrir agora.

O youtuber Felipe Neto, atualmente com mais de 17 milhões de inscritos em seu canal, fez vários vídeos mostrando a sua indignação com a falta de transparência nos dados, algoritmos e nas mudanças repentinas da forma de monetização fornecido pela plataforma.

Em um de seus vídeos, ele ressalta que ganhava em média entre $1.200,00 a $2.500,00 em cada vídeo upload na plataforma. Após a alteração,em um de seus conteúdos com mais de 2,5 milhões de views, o youtuber faturou apenas $100,00. Nesse mesmo vídeo, Felipe Neto, relata que não consegue se sustentar através do Google AdSense.

 

Mas o que vem a ser monetização?

Monetização é quando um produtor de conteúdo passa a cobrar ou receber um valor pelo conteúdo que está sendo produzido. Caso não consiga lucrar com as produções, torna-se inviável manter a rotina de produção.

Como era a monetização?

Antes do aumento no número de produtores de conteúdo, ganhar dinheiro no YouTube era mais simples. O youtuber realizava o cadastro no YouTube Partner Program e recebia pelos anúncios veiculados nos vídeos através do AdSense. Essa receita dos vídeos vem de conteúdos provenientes da Rede de Display do Google ou do YouTube Preview.

Para que os youtubers fossem aceitos no programa de monetização, até meados de janeiro de 2017, era bem simples, bastava apenas que eles seguissem as normas exigidas pela plataforma.

As normas a serem seguidas eram:

  • Primeiro, o youtuber precisava produzir um conteúdo original e criativo;
  • Depois,alimentar, com frequência, o canal que criou;
  • Deveria residir em um país que constasse na lista do programa de parceiros do YouTube e,
  • Obedecer às regras da plataforma.

E como é agora?

Após a saída de grandes marcas, o YouTube precisou rever a forma de capitalizar os canais na plataforma. Porque se os anúncios continuassem aparecendo em vídeos com conteúdo ofensivos, outras marcas poderiam parar de investir nesse formato de publicidade. A “matemática” é simples: menos anúncios, menos remuneração.

Para que isso não acontecesse mais, o YouTube passou a aprovar, somente canais com mais de 10 mil inscritos nos canais. Outra medida adotada pelo site foi a de analisar canal por canal para averiguar se estão cumprindo as normas da rede social.

O YouTube deseja entregar para os espectadores um conteúdo mais Family Friendly. Isso é, um conteúdo que possa ser visto por todos os membros da família.

Em um vídeo publicado em junho de 2017, Felipe Neto deixa claro que se o produtor de conteúdo quiser ter o canal monetizado deverá ficar atento aos títulos, Thumbnail, descrição, e tag de seus vídeos. Além disso, o YouTuber não poderá criar conteúdos que propague ódio, violência, sexo e vídeos exibindo pessoas consumindo álcool ou outro tipo de droga lícita ou ilícita.

Se o youtuber quiser se destacar e ganhar dinheiro na plataforma, ele deverá investir em SEO para YouTube. Com isso, os melhores vídeo serão ranqueados, fazendo com que diminua os clicks bait na plataforma. Ou seja, conteúdos com títulos que oferecem um conteúdo e, na verdade, é outro.

Por que isso mudou?

Como era teoricamente fácil e rentável ser um youtuber, a plataforma cresceu, de repente, e, com o aumento de produtores de conteúdo, ficou mais difícil averiguar se todo canal monetizado estava cumprindo as regras da plataforma.

Com muitos canais propagando o ódio, a injúria racial e a homofobia, muitos anunciantes viram suas publicações sendo divulgadas em vídeos ofensivos e censuráveis. Assim sendo, grandes nomes do mercado publicitário como Johnson & Johnson, L’Oreal, a farmacêutica GSK e o banco HSBC preferiam parar de anunciar na plataforma para não correr o risco de aparecerem  em conteúdos inadequados que pudessem acabar manchando-lhes a reputação.

E com menos verba de publicidade no AdSense,os YouTubers passaram a ganhar menos. Sem dinheiro vindo de publicidade na plataforma, ficaria complicado para a plataforma manter o valor de pagamento para os produtores de conteúdo. Entendeu?

Saiba os motivos para alguns youtubers deixarem a plataforma

Algumas das razões que motivaram os influenciadores deixarem a plataforma são:

  • Falta de transparência dos dados;
  • Pouca publicidade na plataforma;
  • O YouTube não está entregando notificações de vídeos publicados;
  • Políticas de privacidade muito rígidas;
  • Muito conteúdo sem autenticidade.

 

YouTubers saindo do YouTube: Saiba quem são

Devido às novas políticas de monetização existem vários os youtubers saindo do youtube e buscando outras formas de ganhar dinheiro. Entres eles, estão Felipe Neto, Felipe CastanhariBianca Andrade, Kéfera Buchmann e o  maior canal do Brasil, o do youtuber Whindersson Nunes.

 

Felipe Neto

Felipe Neto mescla a sua vida de youtuber junto com a peça que realiza em várias cidades no Brasil. Vale à pena lembrar que Neto foi o primeiro youtuber a ter um stand up na Netflix.

Pensando também em outras maneiras de faturar, Felipe criou um app para celular, com uma área exclusiva para assinante. Lembrando que a assinatura do conteúdo é paga, custando $2,99 mensais para acessar.

Saindo um pouco de conteúdos audiovisuais, Felipe e seu irmão abriram um quiosque de coxinhas no Rio de Janeiro. Por carregar o nome da dupla, o empreendimento é um sucesso.

Felipe Castanhari

Em um vídeo publicado no início de novembro de 2017, o YouTuber Felipe Castanhari contou que gasta mais de vinte e oito mil reais para produzir um conteúdo para o YouTube. Nesse mesmo vídeo, Castanhari mostrou que, através da monetização da plataforma, ele recebeu aproximadamente mil e trezentos dólares, quantia essa que não cobre nem os gastos com a produção.

Mesmo que o retorno da monetização seja abaixo do investimento, o youtuber também ganha dinheiro de outras maneiras. Por ser um influenciador digital, Castanhari é pago por marcas para anunciar produtos e serviços.

De acordo com uma reportagem publicada no G1, Felipe Castanhari destacou que existem muitos produtores de conteúdo na plataforma para pouca publicidade. Castanhari ressalta, também, que possui outros planos, pois o youtuber pretende produzir conteúdos  originais  para  TV e serviço de streaming.

Boca Rosa

A blogueira e youtuber de maquiagem Bianca Andrade, mais conhecida como Boca Rosa, é uma dos youtubers saindo do YouTube. A carioca, além de ser blogueira e produtora de conteúdo para a plataforma, também tem um quadro no programa “É de casa”, da Rede Globo, e apresenta  sua peça de teatro em várias  cidades do Brasil.

Kéfera

A youtuber reduziu drásticamente a quantidade de conteúdo produzida na plataforma, por isso está na lista de youtubers saindo do YouTube. Kéfera é dona do canal 5 minutos e a mulher brasileira com o maior número de inscritos na rede social.

Ela vem investindo em outros projetos paralelos. A youtuber já estreou três filmes sendo eles: “É Fada”, “O Amor de Catarina” e “Gosto não se discute”. Além dos longas, a youtuber também já lançou três livros.

 Whindersson Nunes

Até o maior  YouTuber do Brasil, Whindersson Nunes, que acumula mais de 20 milhões de seguidores é mais um dos youtubers que está buscando outras forma de trabalho.

Juntamente com o conteúdo do canal, Whindersson roda todo o Brasil com sua peça de stand up comedy. Além de diversas campanhas publicitárias, o piauiese estrelou o filme “Os parças” em 2017.

Ele também criou um curso online onde ensina como ser um youtuber. O curso possui oito módulos sendo eles: Fundamentos, Criatividade, Humor, Gravação, Performace, Voz e Edição. Além do curso, ele, que também é comediante e já estrelou diversas campanhas publicitárias. 

Não deixe esses exemplos de youtubers saindo do youtube te assustar. Mesmo com todas essas mudanças, é possível lucrar com a plataforma de vídeos. Clique aqui e descubra agora como ganhar dinheiro no YouTube.

 

 

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